
Líderes evangélicos na Venezuela e fora do país reagiram com cautela e com apelos à oração após o anúncio de que Nicolás Maduro teria sido capturado pelos Estados Unidos. Em pronunciamentos e notas públicas, representantes de igrejas e organizações evangélicas mencionaram temor, incerteza e a necessidade de paz, enquanto a vice-presidente Delcy Rodríguez declarou repúdio ao que chamou de “ato de agressão norte-americana”.
Na madrugada de 03 de janeiro, o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos realizaram uma operação militar na Venezuela e que Maduro foi capturado. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, juntamente com sua esposa, capturado e levado para fora do país”, disse Trump.
Após a notícia se tornar conhecida, o Conselho Evangélico da Venezuela divulgou um comunicado assinado pelo pastor José G. Piñero, diretor executivo da entidade: “Estendemos nossas orações e solidariedade a todos os irmãos e concidadãos que atravessam momentos de incerteza ou medo”. Na mesma nota, o conselho acrescentou: “Reafirmamos nossa confiança na soberania de Deus, que reina sobre as nações e guia a história segundo seu propósito eterno”.
No comunicado, a entidade também orientou cristãos e cidadãos a não se deixarem “dominar pelo medo ou pela ansiedade” e sugeriu que reduzissem o tempo em redes sociais, priorizando oração e família. A nota foi divulgada em meio a relatos de tensão em áreas urbanas, incluindo interrupções de serviços e barulho de explosões.
De Caracas, o pastor Carlos Vielma afirmou ao Diario Cristiano Internacional: “Fomos acordados abruptamente no meio da noite por fortes explosões. Estamos sem eletricidade e Wi-Fi. É claro que isso, a essa hora da manhã, deixa qualquer um em choque. Acredito que as primeiras providências já foram tomadas; alguns detalhes e indivíduos ainda precisam ser identificados”.
Via: Gospel Prime


















