
Programa Viva Flor monitora mais de 5 mil mulheres com proteção policial 24 horas no DF.
No Distrito Federal, a defesa da mulher não é discurso, é política pública que funciona. À frente dessa agenda, a governadora em exercício Celina Leão tem fortalecido uma rede de proteção que age em tempo real, 24 horas por dia, para salvar vidas e impedir que a violência avance.
O Programa Viva Flor é o coração dessa estratégia. A sala de monitoramento funciona ininterruptamente, acompanhando mais de 5 mil mulheres em situação de vulnerabilidade em todo o DF. O alarme apita o tempo inteiro — e cada alerta é tratado como prioridade absoluta. Quando o dispositivo é acionado, as equipes entram em ação imediatamente.
O protocolo é claro e eficiente: o chamado dispara a unidade mais próxima da Polícia Militar, aciona também as equipes do Pro Vida e garante proteção imediata à vítima. Não há espera, não há burocracia, não há omissão. O resultado é concreto: todas as mulheres cadastradas no programa foram atendidas e protegidas.
Essa engrenagem ganhou ainda mais força com o reforço da frota. Por meio de emenda da senadora Damares Alves, o Governo do Distrito Federal adquiriu mais de 100 novas viaturas, ampliando o alcance e a agilidade do Pro Vida. Os policiais são treinados especificamente para atender ocorrências do Viva Flor e também os chamados que chegam via COPOM, com abordagem humanizada e foco na proteção.
Outro diferencial decisivo está no atendimento de emergência. No DF, o 190 é diferente. Quando a comunicação envolve violência doméstica, a ligação é direcionada para uma linha específica, com fluxo próprio e resposta imediata. O atendimento muda de rota: há cuidado, registro da ocorrência e, sobretudo, proteção.
“No DF, nós fazemos diferente quando o assunto é cuidado com mulheres em vulnerabilidade”, resume a lógica da política conduzida por Celina Leão. Com monitoramento em tempo real, atendimento especializado e reforço policial 24 horas, o Viva Flor não apenas reage, previne, protege e salva vidas. É o Estado presente quando mais importa.
Jornalista: Aparecida Frausino


















