
A decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que derrubou a liminar e liberou as ações do Governo do Distrito Federal voltadas ao fortalecimento do BRB, não apenas restabeleceu a segurança jurídica sobre o tema, como também expôs um contraste que não passou despercebido.
Nos últimos dias, nomes como Rodrigo Rollemberg, Cristóvão Buarque e Ricardo Cappelli se posicionaram com intensidade, levantando críticas e questionamentos às medidas adotadas. O debate foi público, firme e amplamente repercutido.
Mas, após a decisão que destravou ações importantes para o BRB, uma instituição estratégica para a economia do Distrito Federal, o que se viu foi o silêncio.
E é justamente esse contraste que chama atenção. Quando o assunto era questionar uma medida com potencial de impacto direto na estabilidade econômica do DF, houve voz, posicionamento e presença. Agora, diante de uma decisão que favorece o funcionamento do banco e, consequentemente, beneficia trabalhadores, empresas e toda a população, o silêncio se impõe.
Em um cenário político maduro, espera-se não apenas o direito de criticar, mas também a responsabilidade de reconhecer quando decisões caminham na direção do interesse coletivo. O debate público não pode ser seletivo, forte quando convém, ausente quando o resultado é positivo.
O episódio levanta uma reflexão importante: por que há tanto barulho quando o tema pode gerar instabilidade, e tão pouca manifestação quando a decisão contribui para fortalecer o Distrito Federal?
Mais do que nomes, trata-se de postura. E, nesse caso, o silêncio acabou dizendo tanto quanto qualquer discurso.
Com informações da Redação do Site e do Portal Radar DF


















