
Nas últimas semanas, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, passou a ser alvo de uma sequência coordenada de fake news que não enganam mais ninguém. Quando faltam argumentos, criam narrativas. Quando falta trabalho, recorrem à desinformação. E quando uma mulher se mostra preparada para governar, tentam diminuí-la.
Primeiro, tentaram ridicularizar Celina por algo que jamais foi defeito: sua sensibilidade, sua alegria e o fato de gostar de cantar. Um ataque de viés claramente machista, que dificilmente seria dirigido a um homem em posição de poder. Em seguida, espalharam a falsa versão de que ela teria sido vaiada durante uma apresentação de balé. A realidade foi exatamente o oposto: Celina foi ovacionada pelo público, em uma manifestação espontânea de reconhecimento.
O contraste com outros atores políticos chama atenção. Enquanto um político inelegível precisou recorrer a encenação paga nas ruas e acabou sendo alvo de decisão da Justiça Eleitoral, que determinou a retirada de um boneco com pedido explícito por caracterizar propaganda eleitoral antecipada, Celina Leão não precisa de artifícios. Onde chega, é recebida com aplausos reais, sem marketing forçado.
No mesmo cenário, chama atenção o caso de Ricardo Capelli, que passou a ser citado em apurações envolvendo o uso de estrutura pública e contratos de comunicação. Há questionamentos e investigações em curso sobre a contratação de uma agência ligada à sua própria atuação para ações com viés político-eleitoral, levantando suspeitas sobre o uso indevido da máquina pública tema que segue sob análise dos órgãos competentes.
A pergunta que fica é inevitável: por que tanto esforço para atacar Celina Leão? Porque ela cresce sem precisar pagar aplausos. Porque constrói apoio sem recorrer a propaganda irregular. Porque tem presença, articulação política, preparo administrativo e respaldo popular.
Fake news não surgem por acaso. Elas nascem do medo. Medo de uma liderança feminina forte, consolidada e pronta para governar. Medo de quem precisa fabricar narrativa enquanto outros recebem reconhecimento espontâneo.
Enquanto alguns enfrentam a Justiça e investigações, Celina segue enfrentando aplausos. E isso, para muitos, é imperdoável.


















