Ministro da Cidadania diz que pagamento do auxílio emergencial começará na terça, dia 6 de abril

 

O Ministro da Cidadania diz que pagamento do auxílio emergencial começará na terça, dia 6 de abril

Pagamento será feito em quatro parcelas. Valor médio é de R$ 250, mas pode variar de R$ 150 a R$ 375 a depender da composição de cada família.

 

O ministro da Cidadania, João Roma, anunciou nesta quarta-feira (31) que o pagamento do auxílio emergencial começará na próxima terça-feira (6). Os trabalhadores poderão consultar, a partir desta quinta-feira ( 1º), se receberão a nova rodada do Auxílio Emergencial por meio do site da Dataprev, empresa estatal responsável por processar os pedidos.

 

O auxílio emergencial foi criado como uma das medidas de alívio à crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus.

 

Veja ocalendário de pagamentos da nova rodada

“Iniciaremos na próxima semana, no dia 6 de abril, o pagamento do auxílio emergencial 2021. Como o presidente Bolsonaro falou, esse é um alento para o povo brasileiro. Esse auxílio emergencial viabilizado através da PEC emergencial com um valor de R$ 44 bilhões servirá para quatro parcelas no ano de 2021, que será direcionado diretamente para esse brasileiro vulnerável”, disse o ministro da Cidadania durante uma coletiva de imprensa no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (31).

 

Ainda, segundo Roma, o pagamento será destinado a “brasileiro mais vulnerável” e terá o valor médio de R$ 250, mas pode variar de R$ 150 a R$ 375 a depender da composição de cada família.

 

O presidente da República Jair Bolsonaro, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o presidente da Dataprev, Gustavo Canuto, também participaram do evento. Em seu discurso, Bolsonaro, disse que o governo “não pode continuar por muito tempo com estes auxílios”.

 

“O governo sabe que não pode continuar por muito tempo com estes auxílios que custam para toda a população e que podem desequilibrar a nossa economia. O apelo que a gente faz aqui é que essa política de lockdown seja revista. Isso cabe, na ponta da linha, aos governadores e prefeitos”, disse o presidente.

 

De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, para evitar aglomeração, o primeiro pagamento será feito por contas digitais. Saques serão liberados posteriormente.

 

 

” […] Exatamente para minimizar as aglomerações, faremos primeiro os depósitos nas contas digitais. Todos já têm. Então, na verdade, não há a necessidade de abrir novamente essas contas. Isso é muito importante para acelerar os pagamentos. E depois de algumas semanas será possibilitado o saque”, disse Guimarães.


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