Haddad defende aliança de Lula com Alckmin: ‘Não dá para repetir 2018′

Fernando Haddad (PT) afirmou que o partido não pode cometer os mesmos erros das eleições presidenciais de 2018 que, segundo ele, levaram à sua derrota para o atual presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista à TV Fórum nesta sexta-feira (17), Haddad disse que um dos erros de sua candidatura em 2018 foi ter buscado apoio para o segundo turno apenas após o primeiro. Para ele, Lula deve formar alianças desde já, chegando mais fortalecido a um possível segundo turno na corrida presidencial de 2022.

Ele defendeu, inclusive, alianças com antigos opositores, como é o caso de Geraldo Alckmin (sem partido). “Não dá para repetir 2018. Não dava para ter um segundo turno igual aquele. Então, Lula começou a conversar com lideranças políticas, como Fernando Henrique Cardoso, Tasso Jeiressati, Alckmin, Kassab. Nessas conversas, ele ouviu ‘presidente, podemos te apoiar no primeiro turno’. E com isso fazemos o quê? Dizer que não queremos? Só no segundo turno? Estamos em uma crise, Lula tem que conversar”, opinou.

Haddad ainda disse que essa estratégia começou a ser traçada entre maio e junho deste ano. Na ocasião, ele teria conversado com Lula sobre a “importância de construir um cenário de segundo turno diferente do que foi em 2018″.

Apesar de já estar pensando em um possível segundo turno, o petista disse que vai “lutar muito” para que Lula seja eleito no primeiro, porque o “bolsonarismo é perigoso” e ele não sabe “o que esses malucos podem fazer no segundo turno”, caso Bolsonaro chegue a ele.(IG)

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