Após atrito com PT, Franklin Martins pode deixar campanha de Lula

Franklin MartinsReprodução/Redes Sociais

Em meio aos rumores sobre saída da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o jornalista Franklin Martins já não se considera como parte da equipe de comunicação do petista que, até na última semana, era chefiada por ele. Pelo telefone, Franklin alfinetou o PT orientando a reportagem a procurar a “campanha de Lula”.https://949dfec66793cd2e6f7f71a9aae9036f.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

“Eu não estou falando com a imprensa. Qualquer coisa, procure a campanha do Lula”, disse Franklin, nesta terça-feira (26/4,) ao ser questionado sobre uma possível demissão.

O jornalista foi o primeiro nome a ser chamado por Lula para compor a equipe.PUBLICIDADE

Durante todo tempo que esteve ao lado de Lula, travou uma queda de braços com dirigentes petistas que reclamavam de não participar das instâncias decisórias.https://949dfec66793cd2e6f7f71a9aae9036f.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

O cume das divergências foi atingido na semana passada, quando o PT tomou a decisão de demitir a empresa MPB, do publicitário Augusto Fonseca, contratada para a produção dos vídeos.

A saída de Franklin ainda não é confirmada oficialmente pelo PT. A presidência do partido, nas mãos de Gleisi Hoffmann (PR), tem tentado dar um caráter meramente administrativo para o assunto. No entanto, na noite de segunda, muitos petistas chegaram a expressar o temor de que a saída do jornalista pudesse gerar ainda mais desgaste para o entorno do ex-presidente que, que tem o anúncio da pré-candidatura marcado para daqui duas semanas, no dia 7 de maio.

Franklin havia insistido na manutenção do contrato com a MPB. O jornalista, no entanto, perdeu a disputa travada com o chefe da comunicação do PT, Jilmar Tatto, que defendeu o cancelamento do contrato com Fonseca e conseguiu emplacar o publicitário Sidônio Palmeira, dono da empresa Leiaute. Sidônio foi responsável pelas campanhas de Fernando Haddad em 2018 e por campanhas petistas na Bahia, como a de Wagner e a de Rui Costa.

De acordo com petistas ouvidos, o valor superior a R$ 40 milhões cobrados por Fonseca foi a gota d’água, diante de uma realidade de poucos recursos do fundo partidário para a pré-campanha, agora que a lei não permite mais arrecadação de recursos privados.

Nesta terça, um dos nomes pensados para assumir a comunicação, o prefeito de Araraquara, Edinho Silva, negou que tenha sido avisado sobre a tarefa. Ele informou que continua na coordenação do programa de governo de Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo.

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