
A tentativa de vincular o governador Ibaneis Rocha a decisões técnicas do Banco de Brasília (BRB) envolvendo o Banco Master ganhou tom político nas últimas semanas. Mas o chefe do Executivo tem respondido de forma firme: não participa da gestão operacional do banco e não aceitará que um debate técnico seja transformado em instrumento de desgaste institucional.
E há um ponto que o governo faz questão de lembrar: o BRB que existe hoje é muito diferente daquele encontrado em 2019.
Antes da atual gestão, o banco tinha atuação limitada, foco regional restrito e pouca presença nacional. Nos últimos anos, porém, o cenário mudou significativamente:
🔹 Expansão para diversos estados do país
🔹 Crescimento expressivo da carteira de clientes
🔹 Aumento consistente dos ativos totais
🔹 Digitalização e modernização tecnológica
🔹 Ampliação do crédito imobiliário e empresarial
🔹 Protagonismo em programas sociais do Distrito Federal
Foi durante a gestão de Ibaneis que o BRB saiu de um perfil regional para ganhar escala nacional. O banco ampliou captação, fortaleceu sua marca e passou a disputar espaço com grandes instituições financeiras.
Aliados do governo argumentam que é justamente esse crescimento que agora desperta ataques políticos. Para eles, há uma tentativa de associar o governador a decisões técnicas da diretoria do banco, ignorando que instituições financeiras possuem governança própria, conselhos administrativos e supervisão de órgãos reguladores.
Ibaneis tem sido direto ao afirmar: “Não me considero parte do problema, mas serei parte da solução.” A frase resume a estratégia adotada pelo governo: estabilidade, enfrentamento técnico e preservação da credibilidade institucional.
O governador também destaca que, diferentemente de gestões anteriores, o BRB passou a ser ferramenta ativa de desenvolvimento do DF, financiando moradia, apoiando pequenos empreendedores, fortalecendo programas sociais e garantindo crédito ao funcionalismo.
Enquanto a oposição tenta construir uma narrativa de crise permanente, o governo afirma que o banco segue operando normalmente, honrando compromissos e mantendo sua estrutura financeira.
Nos bastidores, a avaliação é de que o debate deveria estar focado em ajustes técnicos e acompanhamento regulatório e não em exploração eleitoral.
O recado do Palácio do Buriti é claro: o BRB é patrimônio do povo do Distrito Federal. E sob a atual gestão, continuará sendo instrumento de crescimento e desenvolvimento econômico.
Jornalista: Aparecida Frausino


















