
Autor da lei que estabelece diretrizes para o modelo no DF, deputado propõe continuidade e expansão mediante solicitação da comunidade escolar
O deputado distrital Roosevelt Vilela (PL) chega à eleição deste domingo, 4 de outubro, em busca do terceiro mandato, com a defesa das escolas cívico-militares entre suas principais bandeiras. Bombeiro de carreira, o parlamentar, que concorre com o número 22193, defende um ambiente escolar marcado pelo respeito, pela segurança e por melhores condições para ensinar e aprender.
De sua autoria, a Lei nº 7.937, de julho de 2026, estabeleceu diretrizes para as escolas cívico-militares do Distrito Federal, envolvendo as secretarias de Educação e de Segurança Pública. Nesse modelo, policiais e bombeiros participam do acolhimento dos estudantes, da mediação de conflitos e de atividades extracurriculares, sem substituir os professores em sala de aula.
Segundo o parlamentar, o DF reúne cerca de 26 unidades nesse formato, além de outras já autorizadas. A implantação priorizou Samambaia, Ceilândia, Santa Maria, Sol Nascente e Riacho Fundo II, regiões com índices mais elevados de violência, evasão escolar e baixo desempenho. Lago Sul e Plano Piloto ficaram fora da prioridade inicial.
Para Roosevelt, a proposta não é militarizar as aulas, mas promover respeito e paz social dentro das escolas. Pais ouvidos pelo mandato relatam mudanças no clima escolar e na frequência dos estudantes, aspectos que o deputado apresenta como importantes para fortalecer a convivência e o vínculo com a escola.
O modelo também enfrenta questionamentos de professores que temem o deslocamento da autoridade pedagógica. A legislação busca responder a essa preocupação ao manter sob responsabilidade da Educação a gestão do conteúdo, preservando o papel dos docentes no ensino.
O parlamentar também defende a participação de bombeiros veteranos no apoio às atividades extracurriculares, contribuindo com sua experiência para o acompanhamento dos estudantes e a convivência no ambiente escolar.

Na busca pelo terceiro mandato, Roosevelt apresenta as escolas cívico-militares como uma política permanente, cuja expansão deve ocorrer apenas onde houver solicitação da comunidade escolar. A proposta vincula a continuidade do modelo à participação de quem vive o cotidiano das unidades.
Associado a essa bandeira, o número 22193 integra a campanha do deputado. Roosevelt sustenta que disciplina e segurança no portão complementam o trabalho do professor, ajudando a construir um ambiente em que a aula possa acontecer com respeito e tranquilidade.













