Saiba se a memória muscular realmente existe e como ela funciona

mulher musculosa alongando o corpo

Por meio de estudos consistentes realizados ao longo da última década, pesquisadores do Reino Unido e da Universidade de Oslo, na Noruega, apontaram que existe relação entre a metilação do DNA e a memória epigenética gerada pelo treinamento de força, quando esse proporciona a hipertrofia muscular. Isso ajuda a esclarecer se a tal memória muscular, geralmente citada por quem já praticou exercício em algum momento da vida, realmente existe — e quanto tempo ela duraria.

O primeiro efeito que os treinos com peso têm sobre a musculatura não é fazer o músculo crescer, mas sim formar mais núcleos celulares que, por sua vez, vão estimular a produção de fibras musculares.

Ainda que você deixe de fazer exercícios por até 90 dias, seus músculos não irão reagir da mesma maneira que a sua primeira vez na musculação quando você retornar aos treinos.

Como os núcleos extras ainda estão lá, ficará muito mais fácil aumentar a síntese proteica e promover a hipertrofia.

Os autores desses estudos observaram um aumento de 6,5% na massa magra após as 7 primeiras semanas de treinamento de força (com 3 a 4 séries; e 8 a 12 repetições), e nenhuma alteração no período de privação do treinamento, enquanto identificaram 12,4% de aumento na massa magra após 7 semanas de retreinamento.

Ou seja, os estímulos hipertróficos iniciais impactaram na epigenética da memória celular para as últimas 7 semanas de treinamento após o retorno.

Ou seja, a memória muscular existe, sim!

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