
A uma semana do primeiro turno das eleições, os rodoviários do Distrito Federal confirmaram greve a partir da 0h desta segunda-feira (28). A paralisação foi aprovada após a categoria rejeitar uma proposta de reajuste salarial de 6% apresentada pelas empresas.
O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região não suspendeu a greve, mas determinou a realização de 80% das viagens nos horários de pico, das 5h30 às 9h e das 17h às 20h. Nos demais períodos, deverá ser cumprido pelo menos 50% da operação programada. O descumprimento pode resultar em multa de R$ 100 mil por hora.
A governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP) questionou a realização da greve às vésperas da votação. Em publicação nas redes sociais, ela apontou vínculos políticos de dirigentes sindicais com o PT e afirmou que o trabalhador do DF não deve ser usado como instrumento de disputa política.
Ao se posicionar contra os prejuízos que a paralisação pode causar, Celina colocou em primeiro plano a rotina de quem depende do ônibus para trabalhar, estudar e voltar para casa. O GDF recorreu à Justiça, que determinou uma operação mínima durante a greve e fixou multa em caso de descumprimento.













