Pesquisa revela rejeição recorde a Arruda e aponta que Brasília deseja esquecer seu nome na política

A nova pesquisa RealTime Big Data revela um dado contundente sobre o cenário político do Distrito Federal: José Roberto Arruda lidera com ampla margem o índice de rejeição entre todos os nomes testados para o Governo do DF, atingindo 53%, desempenho muito acima dos demais pré-candidatos avaliados. Esse patamar evidencia que o eleitor brasiliense não apagou da memória os episódios que marcaram negativamente sua gestão. Pesquisa

A pesquisa também mediu intenções de voto em cenários estimulados, com Celina Leão liderando em todos eles. Em um dos cenários, Celina chega a 54% em confronto direto com Ricardo Cappelli, reforçando sua força eleitoral e o apoio do eleitorado à continuidade das políticas atuais. Já em um cenário com múltiplos candidatos, Arruda aparece com 20%, mas esse dado não se converte em competitividade real, pois sua inelegibilidade confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça impede qualquer participação nas eleições de 2026. Ou seja, mesmo quando seu nome é incluído hipoteticamente, o impacto prático é nulo para o processo eleitoral. Pesquisa

A rejeição elevada de Arruda, somada à impossibilidade legal de concorrer, evidencia que sua tentativa de retorno não encontra respaldo nem institucional nem popular. Os números deixam claro que Brasília quer seguir em frente, fortalecendo novas lideranças e abandonando figuras que remetem a crises e escândalos do passado. A resposta do eleitor é nítida: o Distrito Federal prefere virar a página e esquecer de vez seu nome na política.

Enquanto os demais pré-candidatos registram rejeições variando entre 20% e 27%, Arruda aparece isolado em um patamar muito acima dos demais, simbolizando uma rejeição consolidada e difícil de ser revertida. O eleitor brasiliense demonstra maturidade política e deixa claro que não está disposto a retroceder, valorizando credibilidade, estabilidade e resultados.

A pesquisa reforça que o Distrito Federal está atento, vigilante e disposto a evitar que velhos problemas retornem ao comando da capital. O recado das urnas, ainda que antecipado por números, é firme: Brasília sabe quem quer ao seu lado e quem prefere deixar definitivamente no passado.

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