Senadora Damares faz chamado urgente: igrejas precisam agir contra violência doméstica

A senadora Damares Alves (Republicanos) fez um forte apelo às igrejas de todo o país para que intensifiquem o combate à violência doméstica dentro das comunidades religiosas. Em vídeo publicado nas redes sociais, a parlamentar pediu que líderes e grupos de mulheres promovam rodas de conversa para tratar do tema e acolher vítimas.

A iniciativa, segundo a senadora, surge a partir de um caso que ela classificou como devastador. Damares relatou ter recebido em seu gabinete a irmã de uma pastora evangélica que, após sofrer agressões e não suportar a situação, tentou contra a própria vida. A mulher acabou morrendo em casa, na presença dos filhos.

“Criem rodas de conversa para falar sobre violência doméstica. Nem sempre há marcas evidentes no corpo da mulher agredida. Muitas das marcas estão na alma. Incluam essa atividade, encarem isso como missão. Uma simples atitude como essa pode salvar vidas”, destacou a senadora.

O apelo é direcionado especialmente às mulheres que participam de grupos nas igrejas, como círculos de oração, grupos de senhoras e ministérios femininos. Para Damares, esses espaços têm papel fundamental na identificação precoce de situações de violência e no apoio às vítimas.

A parlamentar também reforçou a importância da campanha Se Liga Irmã, criada por ela, que orienta cristãos em todo o Brasil sobre prevenção e enfrentamento à violência doméstica. A iniciativa disponibiliza materiais gratuitos para igrejas, além de oferecer um curso de capacitação voltado à conscientização e ao acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade.

A campanha ainda incentiva a denúncia de casos de agressão, buscando romper o silêncio que, muitas vezes, impede que vítimas recebam ajuda. Para a senadora, o envolvimento das igrejas é essencial para transformar realidades e salvar vidas.

O posicionamento de Damares reforça um debate cada vez mais necessário: o combate à violência doméstica precisa ir além das políticas públicas e alcançar também os espaços comunitários e religiosos, onde muitas mulheres encontram apoio — ou, em alguns casos, silêncio.

Com informações da Redação do Site e Redes Sociais da Senadora

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