Iniciativa do Governo do Distrito Federal oferece acolhimento, apoio psicológico e capacitação profissional para mulheres que se dedicam ao cuidado de filhos com deficiência ou necessidades específicas.

A Casa da Mãe Atípica, implantada durante a gestão da governadora Celina Leão (PP), no Distrito Federal, começa a despertar o interesse de representantes de outros estados brasileiros. O projeto, voltado ao acolhimento e à valorização de mulheres que dedicam grande parte de suas vidas ao cuidado dos filhos, recebeu a visita de parlamentares de Rondônia interessadas em conhecer o modelo desenvolvido em Brasília.
Na quarta-feira (28), a presidente da Câmara Municipal de Jaru (RO), Tatiane da Saúde, e a vereadora Suhelen Fernanda conheceram a estrutura e os serviços oferecidos pela unidade, localizada no Parque da Cidade. A visita teve como objetivo avaliar a possibilidade de levar uma iniciativa semelhante ao município.
Inaugurada em outubro, a Casa da Mãe Atípica integra a política de apoio às cuidadoras fortalecida pelo Governo do Distrito Federal. Em julho deste ano, Celina Leão assinou o decreto que instituiu a Rede de Apoio às Mães Atípicas, ampliando as ações de acolhimento e assistência destinadas a essas mulheres.
Coordenado pela Secretaria da Mulher do DF, em parceria com a Ação Social Renascer, o espaço oferece atendimento psicológico, orientação jurídica, assistência social, serviços de saúde e oportunidades de capacitação profissional. A unidade também disponibiliza atividades de bem-estar e uma estrutura de acolhimento para as crianças enquanto suas mães participam dos atendimentos.
Com capacidade estimada para realizar até 740 atendimentos mensais, o projeto busca proporcionar melhores condições de vida, fortalecer a autonomia feminina e oferecer suporte às famílias que enfrentam os desafios diários do cuidado.
O interesse de representantes de Rondônia demonstra que a experiência implantada no Distrito Federal começa a ultrapassar as fronteiras da capital, servindo de referência para discussões sobre políticas públicas voltadas às mães atípicas em outras regiões do país.
A possível implantação de uma unidade semelhante em Jaru ainda está em estudo.











