
A governadora Celina Leão segue reforçando uma das pautas mais urgentes do Distrito Federal: a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica. Sob a atual gestão, o programa Viva Flor, coordenado pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, alcançou uma marca histórica e se consolidou como referência nacional no combate ao feminicídio.
Atualmente, mais de 1,8 mil mulheres contam com o suporte do programa, que utiliza tecnologia, monitoramento em tempo real e resposta rápida das forças de segurança para salvar vidas e garantir proteção às vítimas.
Criado como projeto-piloto em 2017 e implantado oficialmente no ano seguinte, o Viva Flor já atendeu mais de 3 mil mulheres no Distrito Federal. O dado mais impactante mostra a eficiência da iniciativa: entre as participantes, não houve nenhum caso de feminicídio.
A ação se tornou símbolo de uma gestão que trata segurança pública com seriedade e sensibilidade social. O sistema funciona 24 horas por dia, monitorando vítimas e agressores. As mulheres recebem o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), equipamento semelhante a um celular adaptado, que permite solicitar socorro imediato ao apertar o botão “Preciso de Ajuda”.
Ao mesmo tempo, os agressores são monitorados por tornozeleira eletrônica, ampliando o controle e a fiscalização do cumprimento das medidas protetivas. Somente neste ano, 17 prisões já foram realizadas a partir do uso do programa.
Outro diferencial da iniciativa está no acolhimento humanizado. As vítimas recebem atendimento especializado na Sala Lilás, espaço preparado para orientação, acompanhamento e escuta qualificada, fortalecendo a rede de proteção às mulheres.
A gestão de Celina Leão mostra que investir em segurança pública também é investir em dignidade, prevenção e cuidado com quem mais precisa. O Viva Flor se tornou exemplo concreto de que políticas públicas bem executadas salvam vidas e transformam realidades no Distrito Federal.


















